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- 💡Quick Tip! Potencialize seu Copilot com fontes de conhecimento personalizadas - Copilot Studio
Uma das funcionalidades mais poderosas do Copilot Studio é a capacidade de conectar fontes de conhecimento externas - como documentos do SharePoint, URLs ou arquivos PDF. Isso transforma seu copiloto de um simples "responde FAQ" para um verdadeiro especialista interno digital . Cenário real: Implementei um agente para uma empresa de serviços que precisava responder perguntas técnicas de campo. Conectei o Copilot a manuais de procedimento no SharePoint e documentos técnicos em PDF. O resultado? O time de suporte passou a depender menos de pessoas chave, e as respostas ficaram padronizadas.
- 💡Quick Tip! Conditional Access - segurança sem limites!
Com o Azure AD (Entra ID), você consegue aplicar Conditional Access baseado em: Localização Dispositivo confiável Usuário/grupo
- Power Automate: Desktop x Cloud Flow
Power Automate Desktop e Cloud Flows. Ambos são ferramentas poderosas para automação de processos, porém cada um possui suas características e usos específicos. Vamos juntos entender melhor como eles funcionam e quando utilizar cada um. Power Automate Desktop O Power Automate Desktop é ideal para automações que devem ser executadas diretamente na máquina local, onde o flow foi criado. Algumas principais características: Execução Local: Os fluxos de automação são executados diretamente na máquina local, dessa forma o computador precisa estar ligado e conectado à internet para que a automação seja executada. Automação de Processos Robóticos (RPA) : permite interação direta dos aplicativos desktop e sistemas locais, não sendo necessário uma API na nuvem para a integração. Gravação de Passos: uma das melhores funcionalidades da versão para desktop é permitir gravar os passos das ações realizadas no computador, como cliques de tela, digitação e comandos para serem reproduzidos pela automação. Cloud Flow O Cloud Flow, diferente da versão para desktop, é executado inteiramente na nuvem e é ideal para processos de automação que envolvam serviços baseados na nuvem. Principais características: Execução na Nuvem: todos os flows são executados na nuvem, dessa forma não necessitam de recursos locais. Conectividade com Serviços de Nuvem: através de seus conectores, facilmente conecta-se a diversos aplicativos e serviços baseados na nuvem, como Microsoft 365, Dropbox e X. Gatilhos: é inciado por gatilhos pré definidos pelo usuário, permitindo que seja possivel estabelecer parâmetros personalizados para ativar a automação de forma autônoma. Você pode ler mais sobre os diversos tipos de gatilhos neste post . Uma das grandes vantagens dessas ferramentas é que elas foram projetadas para serem complementares. É possível conectar fluxos desenvolvidos no Power Automate Desktop com o Power Automate Cloud Flow, permitindo integrar sistemas baseados na nuvem com tarefas realizadas no PC. Escolher entre ambas depende das necessidades específicas do projeto. Para automatizar serviços que envolvam a nuvem e com acessibilidade a qualquer momento, o Cloud Flow é a melhor opção. Caso você precise automatizar tarefas locais e interagir com ferramentas desktop, o Power Automate Desktop é a escolha certa. Links para a documentação oficial: Documentação Power Automate Visão Geral Cloud Flows Visão Geral Desktop Flows
- Configurando políticas de segurança no Windows 365 com Intune
Você provisionou seus Cloud PCs no Windows 365 … agora é hora de proteger esses dispositivos com políticas de segurança. E a boa notícia é que, como o Windows 365 é integrado ao Microsoft Intune , você pode aplicar as mesmas políticas de compliance e segurança que usaria em notebooks físicos. Neste artigo, você vai aprender como criar e aplicar políticas de segurança no Windows 365 com Intune, incluindo compliance , antivírus , firewall , BitLocker e muito mais. O que você pode aplicar nos Cloud PCs com Intune? Políticas de compliance (ex: exigir senha, criptografia, AV ativo) Firewall e Defender Antivirus BitLocker para criptografia de disco Bloqueios de USB e dispositivos externos Conditional Access , combinando Intune + Entra ID Configurações avançadas via Configuration Profiles (CSPs) O que é o Intune? O Microsoft Intune é uma solução de gerenciamento de ponto de extremidade unificado baseada em nuvem . Ele gerencia o acesso do usuário aos recursos organizacionais e simplifica o gerenciamento de aplicativos e dispositivos em vários dispositivos, incluindo dispositivos móveis, computadores desktop e pontos de extremidade virtuais. https://learn.microsoft.com/pt-br/intune/intune-service/fundamentals/what-is-intune Integrando o Intune ao Windows 365, você pode aplicar políticas de segurança em toda a sua organização, garantindo conformidade e proteção. Vamos iniciar! Para começar a configuração, acesse o portal do Intune. https://endpoint.microsoft.com Criando uma política de compliance para Cloud PCs 1. Acesse o Intune: Vá para Devices > Compliance policies > Policies Clique em + Create policy 2. Escolha a plataforma: Windows 10 and later 3. Configure os requisitos de segurança: Require BitLocker: Yes Minimum OS version: (ex: 10.0.19045.2006) Password required: Yes Firewall enabled: Yes Defender AV enabled and up to date: Yes 4. Atribua a política Aplique para o grupo de usuários ou dispositivos que contêm os Cloud PCs Criando uma política de antivírus com Microsoft Defender 1. Vá até Endpoint security > Antivirus Clique em + Create Policy 2. Selecione: Plataforma: Windows 10 and later Perfil: Microsoft Defender Antivirus 3. Configure opções como: Real-time protection: Enable Cloud-delivered protection: Enable Automatically remediate threats: Yes Aplique para os Cloud PCs Ativando o BitLocker com Intune 1. Vá em Endpoint security > Disk encryption Clique em + Create Policy 2. Plataforma: Windows 10 and later Perfil: BitLocker 3. Configure: Encrypt devices: Enable Startup authentication: TPM only ou TPM + PIN Recovery key backup: Store in Azure AD O Cloud PC já vem com suporte a BitLocker, então é só aplicar a política e monitorar! Criando Conditional Access para Cloud PCs Combinando o Intune com o Microsoft Entra ID (Azure AD), você pode: Bloquear acesso se o Cloud PC não estiver em conformidade Exigir MFA Restringir acesso baseado em local, hora ou status do dispositivo Monitorando com Endpoint Security Vá em Endpoint security > Dashboard Veja status de antivírus, firewall, criptografia e compliance Pode criar alertas e relatórios automáticos
- 💡Quick Tip! Sincronize dados entre Excel e Google Sheets sem dor de cabeça com o Power Automate
Sim, dá pra fazer Power Automate falar com o Google Sheets! Já montei isso em um cenário híbrido onde o time financeiro usava Excel no SharePoint e o comercial usava Google Sheets.
- 💡Quick Tip! Intune + Windows 365 = gerenciamento com paz na alma 🎯
Gerenciar Cloud PC manualmente é uma verdadeira cilada! Sabemos muito bem disso! 🔥 A mágica acontece quando você conecta o Microsoft Intune ao Windows 365. Com o Intune? Resolvemos em minutos .Perfis de configuração, apps, políticas de segurança, relatórios de saúde dos dispositivos... tudo direto da console do Intune, de forma centralizada e sem drama. O melhor? Funciona do mesmo jeito que você já faz com PCs físicos .Seja físico ou na nuvem, é um único painel para administrar tudo.
- 💡Quick Tip! Controle versão de documentos com alertas do SharePoint
Durante uma conversa com a equipe, surgiu uma situação inesperada: um contrato em fase final de aprovação havia sido alterado sem aviso. A solução? Criamos um fluxo para monitorar mudanças no SharePoint em tempo real.
- AVD Personal vs Pooled: qual modelo escolher?
Olá Pessoal! Sempre que começamos um projeto de Azure Virtual Desktop (AVD), tem uma decisão que define praticamente todo o resto da arquitetura - e ela acontece logo no início: usar host pools do tipo Personal ou Pooled. E não, essa escolha não é só sobre custo... Ela impacta segurança, rede, gerenciamento de perfis, operações e, no final das contas, a experiência do usuário. Já vimos projetos muito bons tecnicamente desandarem por causa dessa decisão inicial mal feita. Neste post, vamos direto ao ponto: como tomar essa decisão de forma consciente, quais critérios realmente importam e quais armadilhas você precisa evitar no mundo real. O Básico da Arquitetura Host Pool Pooled (Multi-session) No modelo Pooled, vários usuários compartilham a mesma máquina virtual ao mesmo tempo. Aqui entra o Windows 10/11 Enterprise multi-session, exclusivo do AVD. O grande ganho é escala: Menos VMs Menos overhead de sistema operacional Custo bem mais baixo por usuário É o modelo clássico quando você quer eficiência financeira e consegue padronizar bem o ambiente. Host Pool Personal (Single-session) No Personal, o jogo muda. Existe um vínculo 1:1 entre usuário e VM. Cada pessoa tem: Um desktop dedicado Recursos exclusivos Total previsibilidade de comportamento Esse modelo não é “luxo”. Ele é obrigatório quando você precisa de isolamento real seja por segurança, performance ou liberdade de configuração. Critérios de Decisão para Arquitetos Essa decisão vai muito além de “quanto custa a VM”. Pense nesses três pilares: 1. Segurança e privilégios (o critério mais crítico) O Windows até tem bons mecanismos de isolamento entre sessões, usuários e processos. Mas tem uma regra que não admite exceção: Nunca dê privilégio de administrador local em um ambiente multi-session. Se o usuário precisa: Instalar software Alterar configurações do sistema Rodar ferramentas que exigem admin Aqui vai uma gradne dica - dar admin local em Pooled é pedir para: Quebrar permissões de arquivos Acessar dados de outros usuários Derrubar a VM inteira (e todo mundo junto) Isso não é teoria. Acontece...E MUITO! 2. Performance e o famoso “noisy neighbor” Em host pools Pooled, todo mundo disputa os mesmos recursos: CPU, memória e disco. Quando alguém exagera, o resto sente. Para workloads mais pesados como: Desenvolvedores Engenheiros Designers Usuários com aplicações legadas “mal otimizadas” O Personal costuma ser a escolha certa. A performance é: Dedicada Estável Previsível E previsibilidade, em produção, vale muito. Ambiente Azure Virtual Desktop com host pool baseado em Personal - maior flexibilidade, maior responsabilidade operacional. 3. Complexidade operacional Aqui mora uma verdade pouco falada: Pooled bem feito não é simples. Você vai precisar: Dimensionar corretamente as VMs Ajustar imagens com cuidado Usar FSLogix obrigatoriamente Monitorar gargalos de IOPS e CPU Combinar políticas de usuário e de dispositivo (especialmente com Intune) Não é à toa que muita gente chama esse perfil de profissional de “AVD Ninja”. Já o modelo Personal tende a ser mais direto e muito parecido com gerenciar PCs físicos tradicionais, só que no Azure. Tabela de decisão técnica Requisito / Critério Pooled (Multi-session) Personal (Single-session) Custo de Infraestrutura Baixo (recursos computacionais compartilhados). Alto (VM dedicada e cobrança pay-as-you-go integral). Privilégio de Admin Local Estritamente proibido (risco severo de segurança). Suportado e seguro para o design. Performance Variável (sujeito ao risco de noisy neighbors). Consistente, dedicada e altamente previsível. Gestão de Perfil FSLogix é mandatório para roaming eficiente. FSLogix é opcional (o perfil pode ser persistente no disco local). Complexidade (Operações) Alta (requer expertise avançada em virtualização). Média (gestão semelhante a PCs físicos tradicionais). Considerações Operacionais & Erros Comuns Erro 1: Ignorar autoscale no Personal VM single-session ligada 24/7 em modelo pay-as-you-go quebra qualquer business case. Se for usar Personal: Configure Autoscale Ou use Start VM on Connect Ou hibernação/desalocação automática VM parada custa zero. VM esquecida custa caro. Erro 2: Tentar monitorar autoscale de Personal no AVD Insights Clássico. O Azure Virtual Desktop Insights só mostra autoscale nativamente para pools Pooled. Para Personal, você precisa enviar os logs de diagnóstico do autoscale para: Storage Account Log Analytics Event Hub Se não fizer isso, você fica “cego” operacionalmente. Erro 3: Misturar níveis de confiança no mesmo pool Colocar: Usuários internos Terceiros Ou até empresas diferentesno mesmo ambiente multi-session é um risco sério. Se uma credencial vazar ou uma sessão for comprometida, o estrago é coletivo. Checklist rápido antes de aprovar o design Antes de seguir para o deploy, confira: Usuários precisam instalar software ou ter admin local? → Se sim, é Personal. Sem discussão. Autoscale ou Start VM on Connect está configurado? O storage aguenta o perfil agressivo de IOPS do FSLogix (Pooled)? Usuários externos ou de outras empresas estão isolados por tenant/subscription? Principais aprendizados Segurança define a arquitetura, não o orçamento Forçar usuários com necessidade de admin local em Pooled é receita para incidente. Os limites de sessão existem, mas não fazem milagre. Pooled é barato, mas cobra maturidade técnica O ganho financeiro vem acompanhado de complexidade. Sem engenharia sólida, o barato sai caro!
- 💡Quick Tip! Segurança com Entra ID + MFA
Com o Windows 365 Link , você conecta a um Cloud PC com zero dados locais , login sem senha e autenticação forte. É como um thin client do futuro.
- 💡Quick Tip! Use Analytics pra saber onde seu Copilot está falhando - Copilot Studio
Todo mundo gosta de ver o Copilot funcionando, mas você só melhora o que mede . No Copilot Studio tem uma aba de análise onde dá pra ver: Quais perguntas mais aparecem Quais fluxos estão quebrando Onde os usuários abandonam a conversa
- 💡Quick Tip! Ensine o Copilot a “ser humano” com instruções de comportamento - Copilot Studio
Você pode (e deve!) instruir o Copilot sobre como ele deve se comportar . Ele é treinado por IA , mas funciona melhor quando você dá o tom: ele precisa saber se deve ser formal, direto, engraçado, técnico... Depende do público.
- 💡Quick Tip! Teste seus fluxos com o simulador — não no usuário! Copilot Studio
Antes de publicar seu Copilot , aproveite ao máximo o simulador de conversas disponível no painel de gerenciamento. É tentador só testar “ao vivo”, mas isso costuma revelar problemas tarde demais. O que você consegue testar diretamente no simulador: ✅ Intenções — simule entradas do usuário e veja se o Copilot entende corretamente ✅ Variáveis — visualize os valores capturados ao longo da conversa ✅ Caminhos — verifique qual rota lógica o Copilot está seguindo (ou não)












